quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

3 coisinhas que me deixariam (muito muito) feliz!

* 1 Cheiro no cangote do meu amor
* 2 O scarpin http://www.arezzo.com.br/altoverao2010/#/pt-br/colecao/colecao/scarpins/-/28168005/verniz-cabra-seda/laranja laranja da coleção nova da Arezzo, no site a cor tá meio fubenta mas ao vivo ele é trés très cítrico.
* 3 Cama de hotel pra curar minha torcicolo de hoje e ar-condicionado super potente. Amo Teresina, mas aqui tinha que fazer 20° umas três vezes por semana.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Aperto

Na mesma intensidade que amo o fim do ano e as festas e a simbologia que um ano novo vai nascer e que com ele nasce uma nova vida e uma nova chance eu também sinto(sempre) uma nostalgia depressiva. E se o dia for nublado (como hoje), então... Sei que não sou fácil, tenho uma insatisfação quase irritante e o que eu quero nem você e nem eu e nem ninguém vai saber o que é. Andei pensando que talvez tenha atraído uma maldição para mim mesma quando tatuei "liberté", é que sempre que tento ser normal e tento querer o que as "pessoas normais" querem eu olho pra tatoo e me lembro que eu não sou assim, normal. Talvez tenha tatuado para não esquecer que tipo de pessoa eu sou, talvez. Queria me fazer entender pelo menos aqui, com o dedilhar do teclado. Carrego comigo o peso de ser uma mulher moderna, mas tenho inúmeros vestígios de "mulherzinha" e eles me atormetam. Talvez eu seja parte de uma geração de transição de comportamento e por isso, só por isso, me sinta tão perdida. Mas também não sou só indecisão, eu me permito! Me permito ir, viver, amar, chorar, chorar de amor ou por falta dele e me permito também voltar sempre que for preciso. Não tenho medo do arrependimeto ou da sensação amarga de ter feito besteira. Hoje os Beatles não tocaram para me acordar, como de costume, o meu Nescau não tinha doce e a minha ducha não molhava o suficiente. Hoje sinto-me como um quarto escuro ou um quadro branco, pensei tanto e mergulhei na apreensão que não ficou nada dentro de mim para analisar. Tudo que vou fazer é entrar no velho Voyage, descer os vidros, ouvir Rolling Stones e dirigir por aí, pela cidade e esperar que as respostas venham, aquelas respostas para aquelas perguntas.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Margaridas


Porque quando recebo de você uma margarida, eu leio paixão, tranquilidade e amor ou qualquer outra coisa , menos margarida ?

domingo, 8 de novembro de 2009

Do lado de dentro



Foi ouvindo a música do Raul Seixas e refletindo sobre a frase, "Porque os sonhos foram feitos pra gente não viver?", que a tristeza tomou conta de mim nesse domingo quente. Porque a felicidade nunca pode ser completa? Porque não podemos ter tudo ao mesmo tempo? Para mim estaria ótimo, pra você não? É por tudo isso que eu preciso me refugiar aqui, no aconchego do teclado do meu computador, aqui estou solta para dedilhar o que me dá prazer, sem pudor e jogar no ventilador aquilo que me aperta o peito. Aqui posso ser egoísta e ninguém pode me julgar, esse mundo aqui é meu. Aqui posso falar das pequenas coisas que o hábito torna comum, o prazer comum, o dia comum, o elogio comum, no aconchego das palavras escritas driblo a dor, burlo meu pesar, engano meu chão e não sinto um pouquinho sequer de arrependimento de nada, nada, nem as dores, nem o leve desespero e nem a consciência. Sou tão boba e tão cheia de manias e essa é so mais uma: escrever para espantar os maus espíritos, para emprenhar todas as dores e parí-las ao mundo. Então virão sempre mais textos, porque aqui posso ser eu mesma e posso ter tudo e ser tudo ao mesmo tempo, posso ser doce e amarga. É nesse recanto que protejo-me e tento entender aquilo que mais me aflinge, eu mesma.